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Dependência Química

A Dependência Química é considerada um transtorno mental, em que o portador desse distúrbio perde o controle do uso da substância, e a sua vida psíquica, emocional, espiritual e física vai se deteriorado gravemente.

Dependência Química não é simplesmente "falta de vergonha na cara" ou um problema moral, é uma doença como a Diabetes, o paciente não escolhe ter a doença, mas pode sim escolher fazer o tratamento, e assim como diabéticos controlam o açúcar no sangue com medicações e cuidados com a alimentação, o dependente químico pode buscar ajuda para controlar sua adicção e entender o ciclo da doença.

O convívio com o dependente químico faz com que sua família também adoeça emocionalmente, tornando-se necessário o tratamento de todos os familiares. Recebendo assim orientações a respoeito de como lidar com o dependente e de como lidar com seus sentimentos em relação a ele.

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Dependência Alcoólica

A Dependência Alcoólica tem quatro sintomas:

Fissura: uma forte necessidade ou compulsão à bebida.

Perda de controle: a incapacidade para controlar a ingestão de bebida em qualquer ocasião.

dependencia física: sintomas de abstinência, tais como náuseas, suores, tremedeiras e ansiedade, acontecem quando o consumo de álcool é interrompido depois de um período de consumo excessivo.

Uma dependência séria pode levar a pessoa a apresentar sintomas de abstinência que colocam sua vida em perigo, que começam de 8 a 12 horas após a última bebida. O delirium tremens começa de 3 a 4 dias depois, e a pessoa fica extremamente agitada, treme, alucina e desliga-se da realidade.

Tolerância: grandes quantidades de álcool são necessárias para que a pessoa tenha uma euforia.
Um alcoólatra frequentemente dirá que pode parar de beber quando quiser a qualquer momento, mas ele nunca "decide" parar. O alcoolismo não é um destino, mas sim uma progressão, um longo caminho de deterioração durante o qual a vida piora cada vez mais.

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Vulnerabilidade Social

Um dos reflexos do intenso processo de exclusão social é a população em situação de rua.

Conforme definição da Secretaria Nacional de Assistência Social, a população em situação de rua se caracteriza por ser um grupo populacional heterogêneo, composto por pessoas com diferentes realidades, mas que têm em comum a condição de pobreza absoluta, vínculos interrompidos ou fragilizados e falta de habitação convencional regular, sendo compelidas a utilizar a rua como espaço de moradia e sustento, por caráter temporário ou de forma permanente.

Entre os principais fatores que podem levar as pessoas a irem morar nas ruas estão: ausência de vínculos familiares, perda de algum ente querido, desemprego, violência, perda da autoestima, alcoolismo, uso de drogas e doença mental.